Euro completa 15 anos: veja fatos e curiosidades
10 de January de 2017

An official of the Volksbank Bosnia branch presents a handful of newly-launched euro bank-notes in the capital Sarajevo on January 3, 2002. The Bosnian central bank said on Thursday that the new euro currency is rolling quite well across the country. The Bosnian convertible mark remains the country's official currency. REUTERS/ Danilo Krstanovic MZ

1. Não é ideia nova – Embora tenha sido implantada virtualmente no dia 1° de janeiro de 1999, a ideia de uma moeda unificada para a Europa existe desde a década de 1960.

 

2. Nem todo mundo topou – As negociações foram árduas. A União Europeia se deparou com forte oposição, especialmente do Reino Unido, que cedeu à ideia de livre comércio, mas manteve sua libra esterlina intacta.

 

3. Sério, nem todo mundo – Em 2000, a Dinamarca realizou um referendo para decidir entre a adesão ao euro ou a manutenção de sua boa e velha coroa. Ganhou a coroa.

 

4. A Grécia já era a Grécia – As taxas de conversão entre o Euro e as primeiras 11 moedas substituídas foram estabelecidas horas antes do lançamento virtual. A conversão para o dracma grego, contudo, ocorreu meses antes.

 

5. À época de seu nascimento, o euro custava 1,1 dólar. No fim de 2001, a moeda sofreu uma “forte queda”, chegando a 0,8 dólar. Pensa que horrível uma moeda que não vale muito?

 

6. Um sopro de ar fresco… e só – Para muitos países, manter ou melhorar seus custos de vida com a nova moeda significou abrir mão de suas produções internas para que países mais abastados conduzissem suas economias.

 

7. Um por todos – Impulsionados pela péssima situação da Grécia, os cabeças da União Europeia eventualmente se viram forçados a quitar as dívidas de alguns países.

 

8. Países que utilizam o euro em papel e moeda: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta e Portugal.

 

9. Aquela velha conversa – O fato é que as múltiplas fronteiras do euro permitem que a moeda seja forte, mas o preço dessa força é maior para países que, anteriormente, estavam em situação complicada.

 

10. Países mais pobres ganharam certa estabilidade com o euro. Porém, perderam autonomia em seu desenvolvimento, não raro servindo como fonte de mão de obra para vizinhos industrialmente estáveis.

 

Fonte: br.financas.yahoo.com

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